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Congresso Brasileiro discute a nova era na distribuição

  • há 7 horas
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No segundo dia do 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros (28) o painel mediado pelo presidente da Fenacor, Armando Vergilio, abordou o tema “A Nova Era da Distribuição de Seguros e o Futuro do Setor".


O debate reuniu um “dream team” do mercado, incluindo Alessandro Octaviani (superintendente da Susep), Dyogo Oliveira (presidente da CNseg), os CEOs das seguradoras Allianz (Eduard Folch Rue), HDI (Eduardo Dal Ri), MAPFRE (Felipe Nascimento), Bradseg Participações (Ney Dias) e Porto (Paulo Kakinoff), além de José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine.


Em pauta assuntos como regulação colaborativa, seguro de Vida Universal, proteção contra o desemprego e o obstáculo tributário foram citados como pautas centrais para a adesão ao seguro de vida pelas pessoas. Com isso, é importante antever problemas e oferecer soluções concretas frente aos desafios que o país ainda enfrenta.


Os debatedores alertaram que o desafio para o mercado de seguros é tão grande quanto o tamanho do país. Ressaltaram que é necessário insistir e buscar uma avaliação coletiva em busca do melhor desenho de uma ampla política econômica para o Brasil.


O superintendente da Susep frisou que o otimismo para o mercado de seguros no país está sustentado “sob duas realidades que são excelentes oportunidades” no cenário de corretores, como o seguro de vida universal.


Segundo ele, é preciso trabalhar para resolver os impasses que atrapalham o crescimento desse setor, o capital acumulado não é investido como capital segurado, como reserva matemática. “Quando uma pessoa passa por uma situação de desemprego e essa mesma pessoa sofre um desencaixe econômico, esse capital investido em seguro precisa continuar lá para ser um incentivador, para que não saia do sistema. Então, é necessário construir esse debate com o mercado e com instâncias que possam decidir isso do ponto de vista tributário, para que certamente essa agenda possa trazer mais adquirentes para dentro do consumo do mercado de seguro de vida, que é uma forma de resiliência dentro da nossa economia”, pontuou Alessandro Octaviani.


Fonte: Fenacor

 
 
 

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